No momento da luta eu estava quente e frio ao mesmo tempo, até que então, tomei um cruzado e acordei do lado de fora do galpão, ele me disse que não deveria temer a nada, mas ai então surgiu um forasteiro, não descobri o nome do rapaz, mais consegui descobrir que ele luta bem demais, e tem sangue frio, e que no ano que vem vai fuder até o rio, mais antes de eu me levantar com sangue dos dentes ao calcanhar, ele me disse algo que eu nunca vou esquecer, "no final, tudo vai acabar" e então eu me levantei, e venci a luta.
No dia seguinte, eu todo roxo, fui a caminhar, e a treinar, meu tacam me disse que eu não poderia treinar, então eu fui para a casa pensando em voltar lá para lutar de novo com o forasteiro e descobrir o seu nome, até que ligo a televisão vejo o mesmo noticiário de sempre e deparo com uma noticia chocante, o forasteiro tem nome, William Mountain, e foi preso por ser o dono de um clube de caça níqueis, eu não queria deixá-lo ir para a prisão, mas quem disse que eu tinha escolha, se quisesse tirá-lo de lá, precisaria de ajuda, de ajuda de bons amigos deles.
Procurei na agenda telefônica o nome do forasteiro até que então achei, mas na agenda do estado de Michigan não muito perto da onde estávamos, então liguei em sua casa para ver se ele tinha família ou empregados, ninguém atendia, chamava, chamava, mas ninguém atendia, quando pensei em desistir alguém atende, e diz “Quem é?e o que você quer?” eu respondo “Sou um conhecido de William e queria saber se vocês querem tira-lo da cadeia tanto quanto eu?” então a pessoa atrás do telefone muda a voz “Meu amigo, você realmente que eu fui preso?” me surpreendo quando vejo que é o forasteiro falando comigo então eu o questiono “E o que saiu no jornal forasteiro?” ele diz calmo e tranquilamente “Garoto não sei se você percebeu mas era eu sim, mas eu paguei uma propina aos policiais e eles só soltaram a noticia para mostrar que a policia é boa meu caro, por que queria me soltar se já ganhou uma luta de mim?” ela manda uma pergunta boa e eu respondo ao seu nível “Pois não tem ninguém ao seu alcance de corpo e alma meu caro”.
Depois do termino de minha frase, o telefone faz um barulho estranho, mas eu reconheço este barulho, ele desligou em minha cara. No entanto eu tenho o seu endereço em Michigan e seu telefone, mas não adianta eu ir lá, pois a uma altura dessas, ele não está, mas lá, e só tem o telefone de outro estado para confundirem policiais e companhia.
A noite chega a meus olhos, o frio bate em minha blusa que passa como um tiro em papel, passa sem nem notar a presença de matéria e sem resistência de minha blusa também, claro, a única coisa que quero para terminar o dia agora é dormir, e é isso que eu estou indo fazer agora.
No dia seguinte levantei com um bom humor, pelo lado esquerdo de minha cama, mas eu estava por alguma razão feliz, então quando vou ao bar à tarde depois de um almoço na casa de minha tia Verônica, chego lá e um cara com um violão estava tocando “Wasting Love” do “Iron Maiden” música interessante por sinal, foi então que eu me toquei que esse cara é o tal cara, o cara que não saia de minha mente, o cara que eu gostava muito, e ao mesmo tempo queria meter a mão em sua cara, então depois dessa minha reflexão ele chegou bem no refrão da música que é, mas ou menos isso aqui:
-“ “
Foi então que eu me toquei que ele tinha uma mensagem ao tocar essa música, e parecia até saber que eu iria naquele tal bar, naquele momento, naquele tempo e aquilo, acabou com o meu bom dia.
Essa é uma história totalmente fictícia
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
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